26 FEV 2014
categoria: Minhas raízes

Gangue de formigas assassinas ataca jardineira

Enfim saiu o resultado do teste de alergia. Estava curiosa para descobrir o que tinha me obrigado a passar uma semana de molho, inchada e coberta por pintinhas vermelhas que coçavam intensamente. Bem, descobri. Apesar de não ter comido nenhum ravioli de formiga ao sugo ou uma torta campestre de saúva, ao que parece, minha alergia alimentar foi culpa desses insetos. Como é que eu fui picada – não por uma, mas por dezenas de formigas – sem perceber, é um mistério.

Posso imaginá-las meses de tocaia. Sim, porque uma reação alérgica dessas é coisa minuciosamente pensada. Aposto como estudaram meus hábitos, meus horários, a rotina do meu dia. Agora sei que aquele carro parado todos os dias na porta de casa não era coincidência. As formigas se abaixavam quando eu passava.

No dia planejado, aliás, tem de ser na calada da noite, quando aumentam as taxas de crimes, um helicóptero invisível ao radar deixou um pequeno grupo de formigas na cobertura do meu prédio. Elas poderiam ter atacado o morador do último andar sem dificuldade, ele sempre esquece as chaves para fora, mas, não. O alvo era eu.

Com um cortador, elas quebram o vidro do hall e descem deslizando por cordas. Uma vem à frente e come a fiação das câmeras do circuito interno de segurança. O porteiro dorme pesado com o sonífero que elas colocaram no café. Chegam ao meu andar, se esgueiram por debaixo da porta e vão andando até chegar ao quarto. Eu durmo o sono das vítimas. Então, elas me atacam. Usam silenciador. Os vizinhos não ouvem nada.
19 FEV 2014
categoria: Minhas raízes

Como NÃO cultivar tomates num apartamento

Adoro uma roça. Tenho palpitações cada vez que vejo uma horta e, se tiver um galinheiro por perto, é capaz de eu botar um ovo de alegria. Em 2001, quando ganhei meu primeiro naco de varanda, minha fazendeira interna despertou. Plantei morangos, pitanga, amora, jabuticaba, vários tipos de temperos. E cinco pés de tomate. A maior parte da plantação morreu ao se dar conta de que vivia num canteiro mínimo, de 70 cm de profundidade por 20 cm de largura. Aumentei os cuidados: oito horas de sol por dia, adubo duas vezes por mês, água à vontade. Quando o tempo fechava, eu chovia nelas com um borrifador e água de colônia. Era a horta mais mimada da cidade.

Quando os tomateiros já estavam maiores que Michael Jordan, minhas vizinhas começaram a me inquirir. Moravam no prédio montes de velhinhas. Da rua, dava para ver begônias, azaléias e mini-rosas pendendo das varadas. Só na janela do apartamento 64 – o meu – é que havia estacas. Às vezes, eu abria a porta e topava com duas eufóricas senhorinhas: “Ai, benzinho, posso mostrar para minha irmã aquele seu canteiro?”. Nem dava tempo de responder. As duas passavam por mim como furacão. “Não falei, Abigail, ela tem tomates na janela!”

Já tinha me acostumado a ser a aberração do prédio quando os tomates começaram a ficar vermelhos. Foram 20 dias de assédio. Se eu encontrasse uma delas no elevador, não conseguia sair antes de prometer que daria um tomate. Comecei a andar de escadas, mas elas sempre me achavam. “Só unzinho?” Me sentia uma celebridade. Eu já tinha prometido o canteiro inteiro quando aconteceu o pior. Numa noite de vento forte, os tomates se jogaram do parapeito. Suicídio coletivo. Levei meses para perdoá-los, mas, hoje, eu os entendo. Foi muita pressão.
14 FEV 2014
categoria: Minhas raízes

Seu namoro é ecológico o bastante?

Faz 12 anos do nosso primeiro amo você. De lá para cá, essa frase se tornou quase diária, mas nunca perdeu a capacidade de transformar dias chuvosos em sol na praia, tensão em aconchego, choro em gargalhada.

O amor mudou a nossa cor, deixou a gente mais verde. Ainda que você continue um carnívoro invicto, eu sigo tentando vegetarianar. E nós dois aprendemos a poupar.

Porque copo de requeijão ainda é copo, e copo lascadinho vira vaso. Aquela xícara que eu derrubei da mesa quando te beijava foi parar no fundo de um vaso de orquídea. A bandejinha de isopor onde veio o queijo que usamos naquele café da manhã tardio, depois de virar a noite revisando seu livro, rendeu uma caixinha linda para guardar meias. E o pouco de papel que ainda imprimimos sempre termina numa esculturinha de papel machê, como aquela cabrocha que eu te fiz.

A gente gasta mais as coisas, também. Não consigo me desfazer daquele sutiã que você adora, ainda que o coitado esteja quase puindo. E você usa tanto o blazer bege que ele já decorou o caminho do trabalho – mas como você fica lindo nele!

Nada que se compare a como a gente gasta lençol. E colchão. E travesseiro. Fazendo coisas picantes ou simplesmente estando juntos, jornal, revistas, café na cama, laptop aberto, curtindo a companhia um do outro, em silêncio. Nem dá pra acreditar que eu consiga ficar quieta por tantas horas, logo eu, que falo pelos cotovelos. E escrevo demais. E amo. Exageradamente. E cada vez mais, a cada fio verde que vejo surgir em você.
05 FEV 2014
categoria: Dicas práticas

Milho, batata e até alga podem virar plástico!

Nem todo mundo tem uma ecobag à mão quando vai às compras, mas, depois de passar pelo caixa, tem a sensação de que está fazendo um mal tremendo ao planeta ao ver a quantidade de sacolinhas pláticas necessárias para embalar uma compra do mês. Pensando nisso, algumas empresas resolveram criar embalagens a partir de matéria-prima biológica que, além de biodegradável, pode ajudar a fertilizar o solo. Aqui vão alguns materiais alternativos ao plástico tradicional:

Milho e batata — em parceria com a Universidade de São Paulo, a Biomaster vem utilizando com sucesso resíduos de milho e fécula batata para produzir um plástico menos danoso ao meio ambiente.

Mandioca — a fécula da mandioca é usada pela CBPAK para fazer bandejinhas similares às de isopor.

Camarão — um grupo de alunos do Centro Educacional Paula Souza conseguiu desenvolver um polímero a partir da casca do camarão. Por sorte, a sacolinha oriunda desse material não tem cheiro…

Alga — a empresa americana Cereplast aposta em bioplásticos a partir de algas. O projeto ainda está em desenvolvimento, mas deve render embalagens mais ecológicas.

PS: Em tempo, quem sempre esquece sua sacola retornável em casa agora não tem mais desculpa. O Projeto Ampliar criou uma ecobag dobrável que fica do tamanho de um chaveirinho e cabe em qualquer lugar, até junto de suas chaves.
29 JAN 2014
categoria: Minhas raízes
tags: buquê

Flor-de-ervilha vira buquê de noiva divino

Estaria mentindo se dissesse que eu sempre amei lilás. Minha mãe vivia dizendo que roxo era cor de morto e eu lembrava das olheiras de mentirinha que ela pintava no meu rosto pra festa das bruxas da escola. Se roxo era cor de cadáver, lilás tampouco era meio morto-vivo.

Depois que você sai da casa dos pais, começa uma curiosa redescoberta do mundo. Você odiava alho até que alguém lhe faz uma brusqueta maravilhosa e alho, que antes só servia pra afastar os vampiros, vira um tempero querido. Você detestava roxo até virar editora de moda de uma revista, fã de carteirinha da Oficina de Estilo e fazer as pazes com cores que não são preto e azul jeans.

E eu, que fui uma criança cheia de preconceitos com cores e comidas me peguei uma adulta curiosa e experimentadora. Tudo isso pra dizer que casei de lilás, com um buquê ma-ra de... flor-de-ervilha. Porque virar adulto é começar uma nova leva de preconceitos e rosa branca, de-fi-ni-ti-va-men-te, não era pra mim. Se bem que marido casou sem gravata e com uma camisa de rosas. É, ainda está em tempo de rever algumas certezas...
22 JAN 2014
categoria: Minhas raízes

Ecoloja doida venderia joaninhas por kg

Vivo pensando em abrir uma loja ecológica. Seria como aquelas farmácias antigas, com um grande balcão de madeira e prateleiras de vidro. Entra uma madame, aflita. Os pulgões estão acabando com o jasmim. Não há motivo para preocupação: vendo joaninha por peso. Custa R$ 5 o quilo, mas você vai precisar de uma infestação num jequitibá para comprar tantas assim. Na vitrine, em uma grande caixa com furinhos, estão milhões de joaninhas esvoaçantes. “Passou um pouquinho de 200 gramas, pode ser?”, eu pergunto, com aquela cara-de-pau de quem sabe muito bem pesar 200 gramas certinho.

A loja ainda tem algumas joaninhas voando esbaforidas quando chega outro cliente. Problemas com a terra do quintal, que está muito dura. Trabalho com minhocas nacionais e americanas. Ele me pergunta qual é a diferença. “As americanas são mais gordas.” Pego o metro e começo a enfileirar as minhoconas, uma mais comprida que a outra. Claro, passa dos 5 metros, mas aí a culpa não é minha. Eu não parto minhocas no meio. Nunca. Ele que leve um pouco a mais.

O terceiro cliente é um avô. Diz que fez uma casa na árvore para os netos e que são os cupins que se divertem. Vou até os fundos da loja e dou um assobio. Devagar, aparecem os tamanduás, um surge de traz de uma árvore, outro, descansa perto dos sacos de alpiste. Pego o mais magrinho no colo e levo para dentro. “Você pode ficar com ele por uma semana. Tem que devolvê-lo escovado, limpo e saudável.” Ele assina o termo de compromisso e vai embora. O tamanduá, feliz da vida, põe a língua para fora e me dá um até logo.
15 JAN 2014
categoria: Dicas práticas
tags: pragas

Acabe com carunchos sem acabar com suas plantas

Foi num pacote de macarrão que apareceu o primeiro caruncho aqui em casa. Como eu cozinho superpouco, quando quis fazer sopa, a embalagem estava tomada por esses fiadapííí desses besourinhos. Em poucas semanas, as pestes tinham feito túneis dentro do vidro de fubá, furado o saco plástico do arroz e até no meio das minhas avelãs — céus, minhas avelãs maravilhosas! — encontrei esses pestinhas andando vagarosa e determinadamente. Aquilo me emputeceu de um jeito que passei óleo de cravo nas prateleiras da despensa e joguei todas as farinhas no lixo. Ah, tolinha.

De fato, o óleo de cravo tirou as pragas de seus buracos. Só que, no dia seguinte, havia caruncho em cada recôndito da cozinha: fui pegar o Toddy pra fazer meu café da manhã e um deles ficou boiando no meio leite. No pacote de pão, outro passeava alegremente. Nas três tigelas de água dos gatos havia carunchos suicidas e no lavabo perto da cozinha, encontrei dois besourinhos andando no teto (!).

E então, quando não havia mais nada que eu pudesse fazer, quando minhas manhãs se resumiam a examinar atentamente cada ameaçadora fatia de pão de forma, eu fiz a única coisa que funcionou: chorei. Foi num dia em que acordei resfriadaça, nariz entupido, olhão vermelho lacrimejento, corpo pedindo um tetê quentinho e eu peneirando caruncho. Parecia um pesadelo. Aí, marido fez uma coisa heróica: pegou um balde e limpou o armário de alto a baixo. Não sobrou uma avelã pra contar história. Os malditos iam desentocando e andando pelo chão, mas o homem foi implacável e passou pano na cozinha inteira. E os que ainda se atreveram a galgar novos territórios morreram na chinelada, que eu fiz questão de participar do Dia do Grande Êxodo.

Aí que eu queria terminar o post aqui, mas seria uma inverdade. No mesmo dia, fui ao shopping buscar uma calça na costureira. Estava com marido em frente ao balcão, coloquei a mão na bolsa pra pegar a carteira e dei um berro. Preso no meu braço qual broche, o que vi? Não, meu caro Watson, não era um caruncho. No subsolo de um shopping na capital mais cinzenta do Brasil, consegui a façanha de ser picada por um marimbondo.

Odeio insetos. Podiam botar borboletas e joaninhas em outra categoria animal, não?
01 JAN 2014
categoria: Minhas raízes
tags: árvore

Das raízes aos frutos, como nascem as florestas

Seu Flores nasceu árvore, raízes grossas fincadas na cozinha de terra batida. Cresceu rápido, espreguiçando seus galhos pela sala, atravessando portas, escancarando janelas. Gerou quatro rebentos, uns mais lenhosos, outros mais herbáceos. Em pouco tempo já não cabia na pequena Holambra. Viajou de carona, passou fome, frio, foi atacado por pernilongos enquanto dormia numa manjedoura - mas, madeira de lei que é, mostrou fibra e perseverou.

Em 30 anos, Flores já era uma floresta inteira, com sementes espalhadas em potinhos pela casa, abelhas no teto da sala, um cheiro de café no ar e a terra repleta de frutos, flores e surpresas. Plantava melões, violetas, bulbos – e ipês, cambucis, quaresmeiras. Colheu 86 potes de mel do forro da casa, não sem antes pedir a gentileza de a abelha-rainha levar seu séquito um cadim mais pra direita.

Quando o conheci, logo reparei que as raízes tinham dado lugar a pés e pernas - a árvore se mexia! E levantava 150 quilos num galho só, como se fosse um holandês carregando um fardo de feno fresco. A casa ainda era a mesma que a semente encontrou, mas as estantes agora se vergam sob o peso de livros de botânica em quatro, sete, todas as línguas das plantas.

Seu Flores, agora Flop, semeia florestas. Começou a primeira lá mesmo, no sítio em que nasceu, em Holambra – com um jequitibá que já passa dos 27 metros de altura. Vive esquecendo as chaves, a carteira, o dinheiro para o pedágio - quase na proporção inversa em que lembra os nomes científicos de plantas, suas famílias, seus gêneros, seus usos medicinais.

Gosta de sopa morna, de café novo, de soda cáustica, de lavar louça, de lixar as mãos com um esmeril (!) e de cortar a grama com o trator novo. Mas gosta, sobretudo, de andar descalço. Sabe como é, para não perder as raízes.
13 NOV 2013
categoria: Dicas práticas

Onde tirar suas dúvidas sobre plantas

Você tem uma planta e não sabe o nome. Ganhou uma orquídea, mas não tem a menor ideia de como cuidar dela. Encontrou insetos na sua horta e gostaria de acabar com eles sem comprometer sua salada. Foi para resolver problemas como esse que eu criei o site Minhas Plantas, no primeiro dia de Primavera de 2012.

Porque eu já fui a pessoa que entra na internet em busca dessas respostas – e não encontrava nada escrito de uma maneira que eu entendesse. Toda vez que eu lia algo como "simpodial", "rizoma" ou "caducifolia", juro, tinha vontade de desistir. Até hoje eu tenho pavor desses termos, mas finalmente aprendi o que significam e, aos poucos, procuro explicar coisas complexas de uma maneira mais simples.

Uma planta pode crescer de duas formas: para cima, como as árvores (chamado de crescimento "monopodial"), ou para os lados, como os morangos, que ficam sempre do mesmo tamanho, mas produzem cabinhos horizontais de onde sairão seus "filhos". Esse crescimento dos morangos e de muitas outras plantas se chama "simpodial", e é sempre útil saber para posicionar a planta direito no vaso. Afinal, se ela crescer só para os lados, precisará de bastante espaço com o passar dos anos.

"Rizoma" é outra palavrinha feia, mas fácil de entender: trata-se do caule rastejante das orquídeas, que fica encostadinho ao solo ou ao tronco de uma árvore. Olhe abaixo das folhas e você o encontrará. Ele nunca deve ser enterrado, porque, ao contrário das batatas e dos nabos, apodrece.

E pra terminar o show de horrores, "caducifolia" é o termo usado para as plantas que perdem as folhas em alguma época do ano, como os ipês, por exemplo. Espécies caducas enchem o chão de folhas secas, daí ser bacana saber disso ao plantar uma árvore perto da sua piscina ou na gramado em frente à porta.

Essas e outras dúvidas assombram qualquer pessoa que queira cuidar de uma plantinha em casa. E nem precisa ter vontade de virar paisagista profissional pra se deparar com uma palavra complicada, não. Tá lá no saco a palavra "substrato", que não me deixa mentir. Ou o enigmático "NPK", a sigla mais famosa da botânica. Para uns, esses são estímulos à curiosidade, à prazerosa investigação. Mas para a maioria das pessoas, esses termos complicados acabam com o desejo de ter uma horta em casa, de semear margaridinhas num canteiro ou mesmo de ter um vaso de violetas no escritório.

Por isso, antes que você desista das luvas de jardinagem e aposente seus vasos de barro, faça uma visita ao Minhas Plantas. Ele foi feito por quem já passou por todos os perrengues que você está passando. Por quem já encontrou as mesmas dificuldades que você está vivendo e já chorou muito ao encontrar nas plantas tantas lesmas e tão poucas borboletas.

Se dê um minutinho para ler algumas das dúvidas já respondidas em Dúvidas. Assista a um vídeo ensinando a regar uma orquídea. Ouça um programa para a Rádio BandNews FM – eu nem ligo de você tirar sarro do meu sotaque de Piracicaba. Fuce nas Plantas já publicadas, todas com curiosidades, usos medicinais, informações bem práticas para plantar e adubar. Vale até dar uma passada na seção de Culinária para conferir algumas das gostosuras que você pode fazer com o que plantou. Ou se enturmar com os blogueiros parceiros, tão apaixonados por plantas quanto eu e você.

Só depois de conhecer o Minhas Plantas você vai entender que dedo verde não nasce pronto, precisa ser regado com muita informação. Semeie essa ideia!
07 SET 2013
categoria: Dicas práticas
tags: joaninha

Por que é raro ver joaninhas e vagalumes em SP?

Procurar cigarra em tronco de árvore, colecionar casulo vazio de borboleta, fazer lanterna de vagalume… só mesmo quem foi criado em pequenas cidades do interior é que ainda sabe o que são esses passatempos. Com a poluição, o uso indiscriminado de agrotóxicos e a cobertura vegetal cada vez mais escassa, encontrar esses insetos na cidade grande se tornou um desafio e tanto.

“Os vagalumes usam suas luzinhas para comunicação entre os sexos. A luz artificial noturna das lâmpadas de rua afeta sua reprodução”, lamenta Vadim Viviani, professor de bioquímica da Universidade Federal de São Carlos.

Mais sorte que os pirilampos têm as joaninhas, as relações-públicas dos invertebrados: predadoras naturais de pulgões e cochonilhas, suas larvas são fornecidas por algumas faculdades e institutos para controle biológico em lavouras.

Quem tem uma horta em vasos ou um pequeno jardim pode atrair joaninhas e outros insetos benéficos de uma maneira ainda mais fácil. Basta abandonar os inseticidas tradicionais e só usar receitas caseiras ou naturais no combate das pragas. Não custa nada e ainda transformará seu cantinho verde em morada de uma micro fauna fundamental para o equilíbrio da natureza.

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